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 Minha Infância, Meu Sabbath, Minha Liberdade

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FLAZINHA
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MensagemAssunto: Minha Infância, Meu Sabbath, Minha Liberdade   Qui Abr 14, 2011 12:36 am


Em uma de nossas conversas, meu amigo, o rabino Shmuley me falou que ele tinha pedido a alguns de seus colegas - escritores, pensadores e artistas - para escrever sobre as reflexões deles sobre o Sabbath. Ele então sugeriu a mim que escrevesse minhas próprias opiniões sobre o assunto, um projeto que achei intrigante e oportuno, devido ao recente falecimento de Rose Fine, uma mulher judia que foi minha querida tutora, que viajou comigo e meus irmãos quando todos estávamos no Jackson 5.
Quando as pessoas assistem às aparições na televisão que fiz quando eu era um garotinho - de 8 ou 9 anos e apenas começando minha longa carreira musical - eles viam um pequeno menino com um grande sorriso. Eles assumem que aquele garotinho está sorrindo porque ele está feliz, que ele está cantando com o seu coração porque ele está alegre, e que ele está dançando com uma energia que nunca acaba porque ele é tranqüilo.
Mas enquanto cantar e dançar eram, e sem dúvida alguma continuam a ser, uma das minhas maiores alegrias, naquele tempo o que eu queria mais que qualquer outra coisa eram duas coisas que fazem da infância os melhores anos da vida, que são brincar e o sentimento de liberdade. A maioria do público tem ainda que realmente entender as pressões de ser uma celebridade quando se é criança, o qual, enquanto excitante, sempre tem um preço muito caro.
Acima de tudo, eu queria ser um garotinho normal. Eu queria construir casas nas árvores e ir a festas de patins. Mas muito cedo, isso se tornou impossível. Eu tinha que aceitar que minha infância seria diferente da maioria das outras. Mas foi isso que sempre me fez pensar em como seria ter uma infância normal.
Havia um dia na semana, entretanto, em que eu podia escapar dos palcos de Hollywood e das multidões das salas de show. Esse dia era o Sabbath. Em todas as religiões, o Sabbath é o dia que permite e faz com que aqueles que têm fé escapem do dia-a-dia e foquem no que é excepcional. Eu aprendi algo sobre o Sabbath judeu em particular com Rose, e meu amigo Shmuley mais tarde me deixou claro como, no Sabbath judeu, as tarefas diárias de preparar o jantar, fazer compras na quitanda e aparar a grama são proibidas para que a humanidade possa fazer do normal o extraordinário, e do natural o milagroso. Até mesmo coisas como fazer compras ou acender as luzem são proibidas. Nesse dia, o Sabbath, toda pessoa no mundo tem que parar de ser normal.
Mas o que eu mais queria era ser normal. Então, no meu mundo, o Sabbath era o dia em que eu podia escapar da minha vida específica e dar uma olhada no dia-a-dia. Os domingos eram os meus dias de "Pioneering", o termo usado pelo trabalho missionário que as Testemunhas de Jeová fazem. Nós passávamos o dia nos subúrbios do sul da Califórnia, indo de porta em porta ou então dando volta nos shopping centers, distribuindo a nossa revista Watchtower. Eu continuei com esse meu trabalho por anos e anos depois que minha carreira tinha sido lançada.
Até 1991, a época da Dangerous Tour, eu colocava meu disfarce com roupas largas, peruca, barba e óculos e ia para a vida na terra da América diária, visitando shoppings e casas nos subúrbios. Eu amava entrar em todas aquelas casas e ver aqueles tapetes puídos e as cadeiras La-Z-Boy com crianças jogando Banco Imobiliário e as avós cuidados dos bebês e todas aquelas maravilhosamente normais, e para mim, mágicas cenas da vida. Muitos, eu sei, falariam que tudo isso não é grande coisa. Mas para mim elas eram altamente fascinantes.
O que é engraçado é que adulto algum tenha suspeitado quem era aquele estranho homem com barba. Mas as crianças, com sua intuição extra, sabiam logo de cara. Como o Flaustista Mágico de Hamlin, eu me via seguido por oito ou nove crianças na minha segunda volta no shopping center. Elas me seguiam e cochichavam e davam risadas, mas não revelavam meu segredo aos pais. Elas eram meus pequenos ajudantes. Ei, talvez você tenha comprado uma revista de mim. Agora você fica imaginando, certo?
Os domingos eram sagrados por duas outras razões enquanto eu crescia. Eles eram tanto o dia em que eu ia à igreja e o dia que eu passava ensaiando o máximo. Isso pode parecer contra a idéia do "descansar no Sabbath", mas era o jeito mais sagrado que eu podia passar o meu tempo: desenvolvendo os talentos que Deus me deu. A melhor maneira que eu posso imaginar de mostrar o meu agradecimento é fazer o máximo do dom que Deus me deu.
A igreja era algo bom também. Era, outra vez, a chance para eu ser "normal". Os colegas de igreja me tratavam do mesmo jeito que eles tratavam todo mundo. E eles nunca ficaram incomodados nos dias em que o fundo da igreja se enchia de repórteres que tinham descoberto meu paradeiro. Eles tentavam recebê-los. Apesar de tudo, até mesmo os repórteres são filhos de Deus.
Quando eu era jovem, minha família inteira ia à igreja juntos em Indiana. À medida que fomos crescendo, isso foi se tornando difícil, e minha notável e verdadeiramente santa mãe algumas vezes acabava por ir até lá sozinha. Quando as circunstâncias faziam com que fosse cada vez mais difícil para eu ir, eu ficava aliviado com a crença de que Deus existe no meu coração, e na música e na beleza, não apenas em um prédio. Mas eu ainda sinto falta do sentimento de comunidade que eu tinha lá - eu sinto falta dos amigos e das pessoas que me tratavam como qualquer um deles. Simplesmente humano. Compartilhando um dia com Deus.
Quando eu me tornei pai, toda minha idéia de Deus e do Sabbath foi redefinida. Quando olho nos olhos de meu filho, Prince, e da minha filha, Paris, eu vejo milagres e eu vejo a beleza. Todo simples dia se torna o Sabbath. Ter filhos faz com que eu entre nesse mágico e sagrado mundo de todo momento do dia-a-dia. Eu vejo Deus nas minhas crianças. Eu falo com Deus através delas. E sou humilde pelas bênçãos que Ele me deu.
Houve épocas em minha vida quando eu, como qualquer um, tinha que duvidar da existência de Deus. Quando Prince sorri, ou quando Paris dá risadinhas, eu não tenho dúvidas. As crianças são os presentes que Deus nos deu. Não - elas são mais que isso - são a própria forma da energia, criatividade e amor de Deus. Ele deve ser encontrado na inocência, experimentado na alegria delas.

Meus dias mais preciosos quando eu era criança eram aqueles domingos em que eu podia ser livre. É isso que o Sabbath sempre foi para mim. Um dia de liberdade. Agora eu acho essa liberdade e magia em todos os dias no meu papel de pai. O incrível é que todos nós temos a habilidade de fazer com que todo dia seja o precioso dia de Sabbath. E nós fazemos isso nos dedicando às maravilhas da infância. Nós fazemos isso dando nosso inteiro coração e mente àqueles pequenos seres que chamamos de filho e filha. O tempo que passamos com eles é o Sabbath. O lugar onde acontece isso é chamado Paraíso.

Por Michael Jackson

fonte:The essential

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MensagemAssunto: Re: Minha Infância, Meu Sabbath, Minha Liberdade   Qui Abr 14, 2011 9:09 am

Nossa! Muito emocionada com as palavras de Michael, fico extasiada com sua forma de ver e sentir a vida. Espetacular!

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MensagemAssunto: Re: Minha Infância, Meu Sabbath, Minha Liberdade   Qui Abr 14, 2011 12:03 pm

"Meus dias mais preciosos quando eu era criança eram aqueles domingos em que eu podia ser livre. É isso que o Sabbath sempre foi para mim. Um dia de liberdade. Agora eu acho essa liberdade e magia em todos os dias no meu papel de pai."

Essas palavras me levam a refletir quais são os verdadeiros valores nessa vida.O que será q realmente importa????

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MensagemAssunto: Re: Minha Infância, Meu Sabbath, Minha Liberdade   

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